<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7228016862134214847</id><updated>2012-02-16T01:08:19.678-08:00</updated><title type='text'>Teen's Home</title><subtitle type='html'>Onde os jovens se entendem</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://teenshome.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7228016862134214847/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teenshome.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mr. Patrick!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09386524219985025082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7228016862134214847.post-6116863272957602133</id><published>2011-06-10T12:49:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T12:49:41.978-07:00</updated><title type='text'>Como corrigir a Timidez</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;Segundo  Bernardo Carducci  (&lt;i&gt;Shyness: The New Solution, in Psychology Today, Janeiro de 2000&lt;/i&gt;),   75% das pessoas apresentam condutas tímidas diante de estranhos. Isso  quer dizer que três entre quatro pessoas têm dificuldade para se  relacionar plena e objetivamente na sociedade. Portanto, os tímidos não  são exceção no quadro geral, ao contrário, eles compõem a grande maioria  da humanidade.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que, a princípio, deve ficar bem clara, é que a timidez, sob  o ponto de vista clínico, não é considerada uma doença, embora, em  nível acentuado, possa trazer algumas complicações de ordem  psicossomática. Os maiores problemas, na prática, são de ordem social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurando ser o mais objetivo possível no exame da questão,  L.C.Martins afirma que a timidez é, basicamente, um “problema de  comunicação”, e que é a partir desta visão – muito mais fácil de ser  entendida e trabalhada - que é possível “corrigir a timidez”.  Segundo este autor, grande parte das dificuldades no relacionamento  humano – principalmente a timidez - decorre de “falhas de aprendizagem”,  ou seja, a pessoa reage com timidez porque não aprendeu corretamente a  se relacionar com a sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa “aprendizagem falha” faz com que a pessoa formule e/ou  admita preconceitos que acabam se transformando em crenças, e são essas  crenças que interferem diretamente no processo decisório do indivíduo,  levando-o a optar pela fuga, ausência, silêncio ou submissão quando  precisa decidir, quando precisa se comunicar. No entanto, é  perfeitamente possível consertar essas “falhas de aprendizagem”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;.........&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;br /&gt;Não há como discordar que &lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;o medo, a ânsia e o preconceito são responsáveis por  90% do sofrimento humano,&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  e que todas as pessoas, indistintamente, convivem com estes sentimentos  a vida inteira.  A diferença fica por conta da maneira como cada pessoa  reage a eles.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os medos, por exemplo, são projeções mentais formuladas a partir de uma experiência dolorosa no passado &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;(tenha sido essa experiência real ou imaginária).  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;O  desejo de não sentir novamente a mesma sensação, cria uma espécie de  barreira intelecto-emocional que nos impede de agir ou reagir  racionalmente quando o fato se reapresenta na nossa vida. Isso  “desarranja” o nosso sistema nervoso e desencadeia todo um conjunto de  reações bem características, como suor frio, aumento do batimento  cardíaco, tremores etc., embora, quase sempre, nada aconteça além desse  desconforto. É preciso entender também que todo mundo tem medos, uns  mais, outros menos. Mas isto, entretanto, não quer dizer que umas sejam  superiores às outras; apenas não foram afetadas com a mesma intensidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ânsia tem a ver com a qualidade das nossas expectativas. Ela resulta  da não-aceitação do fato de que somos impotentes para modificar o rumo  de certos acontecimentos. Isto nos leva a viver numa luta inglória entre  a nossa vontade e a realidade (que não pode ser mudada), e a realidade,  é claro, sempre vence, muitas vezes trazendo frustração e dor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;Já os preconceitos são barreiras intelectuais herdadas ou construídas a partir de falsos juízos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  Eles surgem porque todo ser humano precisa ter uma explicação para  todas as coisas que os sentidos percebem. Quando a pessoa não encontra  essa explicação por si mesmo, aceita a primeira explicação que surge, e  esta, então, lhe servirá de base para raciocínios futuros, até que uma  nova explicação, mais satisfatória, substitua a anterior. Por isso  chamamos este juízo de preconceito (“pré-conceito”).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esta altura você deve estar perguntando o que isso tem a ver com timidez, não é mesmo? A resposta é simples: tudo! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: darkblue; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="color: darkblue; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt; Na realidade, a timidez é um estado de ansiedade deflagrado a partir dos  nossos medos e preconceitos, principalmente com relação à imagem das  outras pessoas. Nada mais que isso. Quando modificamos a imagem dessas  pessoas (substituindo um preconceito por um novo conceito, mais coerente  e consistente) esse medo deixa de ter sentido. &lt;/b&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Não há regrinhas milagrosas para corrigir a timidez, isso não existe. &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;O que pode transformar uma pessoa é o conhecimento de novas realidades e a conseqüente substituição de uma “idéia” por outra,  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;venha  ela embasada cientificamente ou por “iluminação espiritual”, não  importa. O que importa é que ela venha. Os benefícios acontecerão por  conseqüência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;.........&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  No mundo há pessoas altas, baixas, gordas, magras, carecas, faladeiras,  cultas, displicentes, com piercing, sem piercing, que usam terno, que  usam jeans, religiosas ou não, observadoras, extravagantes, tímidas,  politizadas, ignorantes, discretas, indiscretas, gananciosas, curiosas,  habilidosas, felizes, amarguradas, perdulárias, fofoqueiras,  excêntricas, que gostam de esportes, que gostam de música, que gostam de  tudo, que não gostam de nada ...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe em volta e você verá todo tipo de gente. Gente assim como a gente,  que sonha, tem desejos, esperanças, virtudes e defeitos, e que são  poetas, cientistas, rezadeiras, solidários, egoístas, fanáticos, fortes,  fracos, doutores ou não, que cantam, dançam, gritam, choram,  esperneiam, têm calo, caspa, azia, unha encravada...  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tantas as diferenças que é impossível encontrar duas pessoas  absolutamente iguais; cada uma tem seu tipo, seu jeito, suas manias,  seus defeitos e suas virtudes.  Ninguém melhor, ninguém pior; todas são  diferentes, todas são especiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;tentar copiar um  “padrão de qualidade” estabelecido seja lá por quem for é o mesmo que  negar sua importância diante do mundo. Afinal, são justamente as nossas  diferenças que nos fazem únicos. Sem essas  diferenças, perdemos a nossa  identidade.  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Portanto - se aceita um conselho -  não queira ser igual a ninguém. Apenas, melhore suas diferenças.    &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;.........&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  A pergunta crucial que acompanha o tímido é a seguinte: “o que vão pensar de mim?”  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta preocupação com “o que os outros vão pensar”, é muito parecida com a  sensação do medo comum, aquele medo que as pessoas têm de barata,  quarto escuro, alma penada etc. É a preocupação  com o perigo, com o mal  que pode acontecer. Acontece, entretanto, que toda preocupação, seja  ela com o que for, é uma projeção fantasiosa que (por ser fantasia)  quase sempre carece de lógica; é coisa só da imaginação. Porém – isto é  importante - mesmo sendo coisa da imaginação, é real, existe de fato na  nossa mente.  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt; “A imaginação é mais poderosa do que o raciocínio”&lt;br /&gt;Albert Einstein&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;div align="left"&gt; Todos os nossos medos têm a mesma origem. Aliás, a sensação de medo é  própria dos animais. É o medo que garante a sobrevivência das espécies; é  ele que faz aumentar a produção de adrenalina e nos prepara para o  combate ou para a fuga diante do perigo. Se o homem não sentisse medo  não sobreviveria. E, por isso, “todas as pessoas sentem medo”, todas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante, todavia, manter esse medo sob controle, e a melhor maneira  de fazer isso é não dar pernas à fantasia, ou seja, não deixar a  imaginação criar mais do que deve. Particularmente, no caso dos tímidos,  esta providência é a chave para controlar e até mesmo superar à ânsia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a gente consegue diminuir o tamanho e força da fantasia, ou seja, se  deixamos de valorizar tanto o que os outros pensam a nosso respeito, a  timidez perde naturalmente o sentido. Por isso, o mais importante para o  tímido não é vencer a timidez mas sim valorizar menos a opinião dos  outros e valorizar mais as suas próprias diferenças. Esta "solução" é  bem mais fácil, mais prática e mais eficaz, já que restaura a  auto-confiança e reduz a ansiedade a níveis controláveis.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt; Esta mudança de atitude é possível utilizando-se os métodos  auto-sugestivos desenvolvidos por Emile Couè, reforçados pela aceitação  de novos conceitos obtidos através de  um "exercício de coerências". &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;.........&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Para que tenha uma idéia de como os métodos auto-sugestivos sustentados num  programa de "repetições sistemáticas de novos conceitos" podem modificar as nossas atitudes &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;(e timidez é uma atitude), &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;vale transcrever este texto do Dr. Gustave Le Bon, autor do clássico "As Opiniões e as Crenças":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: tahoma;"&gt;&lt;span style="color: darkblue; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;center&gt; &lt;i&gt;O Efeito da Afirmação e Repetição(*)&lt;div align="left"&gt;    “A afirmação e a repetição são agentes muito poderosos pelos quais são  criadas e propagadas as opiniões. A educação é, em parte, baseada neles.  Os políticos e os agitadores de toda a natureza fazem disso um uso  quotidiano. Afirmar, depois repetir, representa mesmo o fundo principal  dos seus discursos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;A afirmação não  precisa de se apoiar numa prova racional qualquer: deve, simplesmente,  ser curta e enérgica, e cumpre que impressione. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;Pode-se considerar como tipo dessas três qualidades o manifesto seguinte, recentemente reproduzido em vários jornais:  &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;center&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Quem produziu o trigo, isto é, o pão para todos? O camponês! &lt;br /&gt;Quem faz brotar a aveia, a cevada, todos os cereais? O camponês!&lt;br /&gt;Quem cria o gado para dar a carne? O camponês! &lt;br /&gt;Quem cria o carneiro para proporcionar a lã? O camponês! &lt;br /&gt;Quem produz o vinho, a cidra, etc.? O camponês! &lt;br /&gt;Quem nutre a caça? O camponês! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, entretanto, quem come o melhor pão, a melhor carne? &lt;br /&gt;Quem usa as mais belas roupas? &lt;br /&gt;Quem bebe o bordeaux e o champagne? &lt;br /&gt;Quem se aproveita da caça? &lt;br /&gt;O burguês!! &lt;br /&gt;Quem se diverte e repousa à vontade? &lt;br /&gt;Quem tem todos os prazeres? &lt;br /&gt;Quem faz viagens de recreio? &lt;br /&gt;Quem se coloca à sombra no estio e no inverno junto a um bom         fogo?  O burguês!! &lt;br /&gt;Quem se nutre mal? &lt;br /&gt;Quem raramente bebe vinho? &lt;br /&gt;Quem trabalha sem cessar? &lt;br /&gt;Quem se queima no verão e gela no inverno? &lt;br /&gt;Quem padece muitas misérias e tem pesados trabalhos? &lt;br /&gt;O camponês! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;i&gt;  &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;Suficientemente repetida, a afirmação acaba por criar, primeiramente, uma opinião e, mais tarde, uma crença. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;A repetição é o  complemento necessário da afirmação. Repetir muitas vezes uma palavra,  uma idéia, uma fórmula, é transformá-las fatalmente em crença.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Do fundador da religião ao negociante, todos os homens que procuram persuadir a outros têm empregado esse processo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;O seu poder é tal que  se acaba por crer nas próprias palavras assim repetidas e por aceitar  as opiniões que habitualmente se exprime.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt; Pratique auto-sugestão para “corrigir” timidez&lt;/b&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: arial;"&gt;  À vista do leigo, auto-sugestão só é uma “coisa” que pode dar certo em  determinados casos, mas que jamais seria eficaz para resolver, por  exemplo, um caso de timidez. Fiz questão de referir “à vista do leigo”  porque poucas pessoas conhecem, verdadeiramente, os poderes desta  fantástica terapia, reconhecida cientificamente e aplicada com sucesso  nos centros mais desenvolvidos do mundo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os princípios da auto-sugestão foram definidos por Emile Coué  (1861-1921), partindo de observações e análises sistemáticas dos  resultados obtidos com a hipnose clínica. Dentre estes princípios, dois  são fundamentais para que o leitor entenda por que a auto-sugestão é  altamente eficaz para vencer a timidez:   &lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;1 – Tudo aquilo que se afirma com insistência, acaba se tornando verdade na mente de quem afirma;  &lt;br /&gt;2 – Na briga da razão com imaginação, esta última sempre sai ganhando. &lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o leitor entenda o alcance destes princípios, podemos  recorrer às recentes pesquisas no campo da neurofisiologia e da  psicopedagogia, que tratam especificamente da aprendizagem. Hoje, por  exemplo, sabemos que o cérebro humano opera dois tipos de memória: uma  memória de curto prazo, que trabalha com as informações do agora, e uma  memória de longo prazo que mantém registrados dados, regras e emoções de  real importância e dos quais nos valemos no nosso dia-a-dia.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reparem que cada vez que precisamos dar um laço do cadarço do  sapato, fazemos isso de forma natural e espontânea, sem precisar  “recorrer” à memória para lembrar como devemos  fazer. Isso é possível  porque o procedimento para dar laço do cadarço do sapato está registrado  na nossa memória de longo prazo. Também o motorista não pára para  pensar o que deve fazer quando o sinal de trânsito fica vermelho; ele  pisa no freio, automaticamente. É o mesmo princípio.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem todas as informações do cotidiano são armazenadas  nessa memória de longo prazo (ou memória subconsciente).  Ali ficam  registradas, basicamente, as informações que tiveram grande impacto  emocional na nossa vida, seja esse impacto positivo ou negativo, e as  informações repetidas com constância, como a tabuada, que aprendemos por  repetição sistemática.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exatamente essas informações armazenadas na nossa memória de  longo prazo que nos “condicionam” a reagir desta ou daquela forma nas  mais diferentes situações do cotidiano. Quer ver um exemplo muito  simples? Uma criança que tenha sido mordida por um cão e, por isso  mesmo, experimentado uma emoção negativa muito forte, tem registrada  essa emoção na memória. É por isso que, mesmo anos depois, ela reagirá  com medo toda vez que se deparar com um cão.&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt; O medo, na maioria dos casos, resulta de uma aprendizagem dolorosa no passado. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre, entretanto, que essas emoções não precisam ser reais  (vividas na realidade) para serem memorizadas; elas podem resultar da  imaginação. Um exemplo são as pessoas que têm medo de alma do outro  mundo; elas nunca viram nenhuma mas reagem com medo diante da  possibilidade de ficar frente a frente com uma. Elas “aprenderam” este  medo ouvindo histórias de terror, seja através de livros, filmes etc.  que excitaram a sua imaginação.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, como vocês podem perceber, tem tudo a ver com a ver com os  nossos comportamentos e atitudes. A educação que recebemos  (transferência de crenças)  é que nos condicionou a agirmos desta ou  daquela forma durante a vida (atitudes).  Essas informações, de tanto  que nossos pais insistiram que aprendêssemos, acabaram registradas na  nossa memória de longo prazo. E são elas que definem a maioria das  nossas atitudes no dia-a-dia, inclusive a forma como nos relacionamos  com as outras pessoas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma, quando vamos tomar alguma decisão – importante  ou não – sempre recorremos a nossa memória de longo prazo para fazermos a  avaliação dor/prazer. É justamente por isso que a  pessoa que foi  mordida por um cão sempre reluta em se aproximar de algum.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vocês podem ver, os chamados “mistérios da mente” nem sempre são tão misteriosos assim, não é mesmo?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe registrar que, quatro séculos antes de Coué, Maquiavel já havia escrito que&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt; “mesmo uma mentira, se repetida com insistência, transforma-se em verdade”.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; Esta lição, retirada de O Príncipe, é a própria afirmação de Coué com outras palavras.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coué também afirmava que  “na briga da razão com imaginação,  esta última sempre sai ganhando”. Isso quer dizer que as nossas crenças  são mais determinantes do que a realidade que nos envolve. Por isso é  muito difícil convencer alguém de que tem medo de alma do outro mundo  que elas não existem, ou que os quartos escuros não são povoados de  seres sobrenaturais. Se a pessoa acredita nisso, é muito difícil  convencê-la do contrário.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não adianta a pessoa tentar se sugestionar afirmando  “não tenho medo de quarto escuro”; se ela crê, firmemente, que seres  sobrenaturais habitam os quartos escuros (imaginação) essa crença  vencerá sempre.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É justamente por isso que as técnicas de auto-sugestão  (afirmações feitas pela própria pessoa) não devem incitar o combate da  razão com a imaginação. Já que as velhas crenças estão consolidadas na  mente inconsciente,  &lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;o máximo que se pode fazer é  registrar novos conceitos na memória através da repetição continuada e  deixar que esses novos conceitos passem a compor, também, a base  intelecto/emocional da pessoa (a mesma base que influi no processo  decisório dor/prazer). Com a repetição continuada, é bem provável que  esse segundo conceito passe a prevalecer sobre a antiga crença. Podemos  dizer que isso acontece em 99,99% dos casos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  &lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt; Como consolidar as novas crenças&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;   &lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;  Quando a professora diz que 8 x 7 = 56, o aluno não duvida; afinal, ela  tem crédito (lembram quando eu falei sobre o “crédito da fonte”?).  Entretanto, apesar de esta ser uma informação coerente e que, portanto,  tende a se tornar uma crença na mente do aluno, ela não se instala na  memória  imediatamente. Será preciso que tal informação seja repetida e  praticada para que, no futuro, seja recuperada na memória  automaticamente. No caso das crenças intimidantes, a regra é a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, com toda certeza, admitiu que muitas informações contidas nesta  homepage são coerentes, afinal, são informações embasadas  cientificamente. Este é o primeiro passo, porém não é tudo. Será preciso  que você faça exatamente como fez para aprender tabuada. Você precisará  “repetir” alguns dos  conceitos que admitiu como coerentes para que, em  determinados momentos da sua vida, eles se expressam em forma de  reflexos.  Pois é  exatamente isso que nós vamos fazer agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, você vai encontrar um conjunto de formulações (frases  auto-sugestivas) que deverá repetir, sistematicamente, até que elas se  instalem definitivamente na sua mente inconsciente. É uma espécie de  exercício que você deverá praticar, a princípio, até quatro vezes por  dia, durante 21 dias. Após estes 21 dias recomenda-se parar 7 dias e  repetir durante mais 21. Quase sempre este tempo é suficiente para  produzir resultados satisfatórios. Mas você poderá repetir o exercício  outras vezes, se quiser. Por exemplo, pode repeti-lo uma vez por semana  até que se sinta absolutamente seguro.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada sessão deve tomar 4 ou 5 minutos, no máximo. Você pode praticar, por exemplo:   &lt;br /&gt;1ª sessão - pela manhã, antes do dejejum, ainda na cama  &lt;br /&gt;2ª sessão - antes do almoço  &lt;br /&gt;3ª sessão - ao entardecer  &lt;br /&gt;4ª sessão - na cama, antes de dormir   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Georgi Lozanov - criador das técnicas de aprendizagem  acelerada - o estado ideal para memorizar é quando o cérebro opera na  faixa de 8 a 12 ciclos/segundo, ou seja, estado “alfa”. Qualquer pessoa  pode atingir este estado através de técnicas simples de relaxamento.  Portanto, faça de acordo com o roteiro abaixo:   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;1  - Procure uma posição cômoda; afrouxe os cintos, tire o relógio, óculos  etc. Você não precisa estar deitado, porém, o ambiente deve estar  calmo, sem tique-taques de despertadores, falatórios ou quaisquer ruídos  impertinentes;   &lt;br /&gt;2 – Fique absolutamente imóvel – braços, pernas e musculatura do  rosto absolutamente frouxos -,  feche os olhos e respire lenta e  profundamente cinco ou seis  vezes, inspirando pelo nariz e expirando  pela boca.  Depois volte a respirar normalmente;   &lt;br /&gt;3 – Ainda de olhos fechados e o mais imóvel possível, por uns dois  minutos concentre toda sua atenção na respiração. Tente perceber o ar  entrando e saindo pelas narinas. Esta providência é conveniente para  evitar o assédio de pensamentos impertinentes enquanto você atinge um  bom nível de relaxamento;    &lt;br /&gt;4 – A esta altura você deve estar se sentido leve, calmo,  respirando tranqüilamente. Se não estiver ainda entrado em alfa, estará  muito próximo disso;   &lt;br /&gt;5 - Se não tiver memorizado as formulações (há um exemplo logo  abaixo) leia cada uma delas num tom de voz normal, nem muito baixo, nem  alto. Mas leia como se estivesse dando uma ordem para você mesmo. Uma  ordem clara e objetiva.   &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt;Nota:&lt;/b&gt; uma boa providência é deixar as  formulações, por escrito, bem à sua frente, de modo que você não precise  fazer qualquer movimento além de abrir os olhos para ler.  &lt;br /&gt;6 - Se já tiver memorizado, repita no mesmo tom de voz, uma a uma;  &lt;br /&gt;7 - Feito isso, respire de novo, profundamente,  cinco ou seis vezes e o exercício estará terminado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;b&gt;EXEMPLO DE FORMULAÇÃO EFICAZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;  "Diante de qualquer pessoa e em qualquer lugar,&lt;br /&gt;eu me sinto SEMPRE calmo e seguro.&lt;br /&gt;Nenhuma pessoa ou situação é capaz de me intimidar&lt;br /&gt;ou  abalar a minha tranqüilidade."&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;  &lt;div align="left"&gt; &lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;Atenção:&lt;/b&gt;  Alguns especialistas em auto-hipnose recomendam também que se faça uma  cópia das formulações,  de próprio punho, diariamente. Para tanto, você  deve ter uma caderno especial só para isso, datando e assinando ao final  de cada cópia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar, recomendamos que você reflita sobre o seguinte:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que você é tímido, não se esforce para parecer extrovertido;  você parecerá artificial, não-autêntico. Além do mais, para a maioria  das pessoas o fato de você ser tímido ou extrovertido não faz a menor  diferença na hora de formularem um juízo de valor a seu respeito  (lembre-se que 75% das pessoas também são tímidas, assim como você). O  que conta são os valores positivos ou negativos que você exibe. E  timidez não é valor, é atitude. Portanto, o fato de ser tímido ou não,  não acrescenta peso ao juízo de valor que alguém faz de você. Seja o que  você é e estará fazendo o melhor que deve ser feito.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7228016862134214847-6116863272957602133?l=teenshome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teenshome.blogspot.com/feeds/6116863272957602133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teenshome.blogspot.com/2011/06/como-corrigir-timidez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7228016862134214847/posts/default/6116863272957602133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7228016862134214847/posts/default/6116863272957602133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teenshome.blogspot.com/2011/06/como-corrigir-timidez.html' title='Como corrigir a Timidez'/><author><name>Mr. Patrick!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09386524219985025082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7228016862134214847.post-3722646956653024858</id><published>2011-06-10T12:01:00.000-07:00</published><updated>2011-06-10T12:01:22.792-07:00</updated><title type='text'>Puberdade</title><content type='html'>A puberdade é um período de transição do desenvolvimento humano,  correspondente à passagem da fase da infância para a adolescência,  circunstanciada por transformações biológicas de âmbito comportamental e  corpóreo, conferindo pelo surgimento dos caracteres sexuais secundários  diferenciados de acordo com o gênero. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No organismo masculino tais variações da maturação geralmente ocorrem  entre a faixa etária dos 12 aos 14 anos de idade, e para o biótipo  feminino esse marco caracteriza-se a partir da primeira menstruação,  também denominada de menarca, conferindo maturidade por volta dos 10 aos  13 anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tais mudanças são coordenas a partir da ação endócrina mediante a  atuação de hormônios hipotalâmicos, desencadeando a síntese de hormônios  hipofisários, que irão estimular as glândulas sexuais a produzirem  respectivamente: testosterona nos testículos (gônada masculina), e  estrógeno nos ovários (gônada feminina). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, em condições normais os hormônios não são totalmente exclusivos  de cada sexo, as glândulas sexuais bem como as supra-renais de ambos os  sexos produzem estrógeno e testosterona, em níveis de concentração  tolerantes e adequados ao desenvolvimento masculino e feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Os principais caracteres sexuais secundários individuais induzidos à estrutura corpórea humana são:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Masculino&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila), inguinais (pubianos) e torácicos (peito); &lt;br /&gt;- aumento em volume dos testículos e tamanho do pênis; &lt;br /&gt;- crescimento de pêlos faciais (barba); &lt;br /&gt;- oscilação com posterior entonação da voz; &lt;br /&gt;- alargamento da omoplata (escápula /ombros); &lt;br /&gt;- desenvolvimento da massa muscular; &lt;br /&gt;- aumento de peso e estatura; &lt;br /&gt;- início da produção de espermatozóides. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feminino&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;- expansão óssea da cintura pélvica (bacia); &lt;br /&gt;- princípio do ciclo menstrual; &lt;br /&gt;- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila) e inguinais (pubianos); &lt;br /&gt;- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas; &lt;br /&gt;- desenvolvimento das mamas.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Por Krukemberghe Fonseca&lt;br /&gt;Graduado em Biologia&lt;br /&gt;Equipe Brasil Escola&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7228016862134214847-3722646956653024858?l=teenshome.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://teenshome.blogspot.com/feeds/3722646956653024858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://teenshome.blogspot.com/2011/06/puberdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7228016862134214847/posts/default/3722646956653024858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7228016862134214847/posts/default/3722646956653024858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://teenshome.blogspot.com/2011/06/puberdade.html' title='Puberdade'/><author><name>Mr. Patrick!</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09386524219985025082</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
